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PRAZERES


Vou lhes falar nesta dialética tola, entre piscar de olhos e mordidas na boca, dos meus prazeres e coisas bobas.

Tenho prazer... em amar e ser amada, de tocar e ser tocada, de beijar e ser beijada.
Em deitar no sofá ao domingo, me espreguiçar e fazer beicinho só para ganhar um pequeno sorrisinho.
E ainda no sofá acompanhar golaços do meu time, e fazer meninices só pra chatear.

Tenho prazer... em tomar apertos na bochecha, mesmo que reclame até que me deleita aquele suave beliscar.
Tenho prazer... em  ser feliz, em cantar e ser cantada em verso e prosa pelo ser amado.
Em perfumes, todos aquelas notas e acordes que compõe um cheiro único, algo inimaginado.
Também preso assistir filmes no frio bem agarradinha, bem abraçadinha ,tudo muito dinha.

Tenho prazer... em dormir no escuro, com uma rosa na mão, e depois coloca-la de baixo do meu travesseiro para que me traga sonhos bons, junto a um cartão perfumado, um lindo regalo que não largo de mão.

Tenho prazer... na chuva, no cheiro que vem com a chuva e no sol que vem depois da chuva.
Tenho prazer ... em deixar rolar... deixar a vida rolar e se desenrolar.
Tenho prazer... em viver!


INGRID CARVALHO
1

DO JEITO QUE VOCÊ É.


Os seus olhos, os seus olhos me fazem esquecer do brilho das estrelas.
O seu sorriso, o seu sorriso ilumina minha noite.
Eu sei, eu sei que quando eu lhe disser você não acreditará.
É tão triste, tão triste saber que você não leva a sério o que eu lhe digo.
Mas se um dia  me perguntar o que eu sinto quando estou com  você, eu lhe diria que toda vez que olho em seu rosto é um momento incrível, quando você sorri, aquele sorriso torto para mim o mundo para, e eu ficaria ali o dia e a noite ouvindo a sua risada.
 E os seus lábios, os seus lábios eu poderia beijá-los por toda minha vida.
E não há nada que eu mudaria, por que garoto...eu te amo exatamente do jeito que você é.

INGRID CARVALHO
2

FOGO DE ARTIFÍCIO


Você já se sentiu como uma folha ao vento, querendo recomeçar e fazer tudo de novo?
Você já se sentiu com folha de papel bem fina, ou como um castelo de cartas que ao sabor do vento se finda e se acaba?
Você já se sentiu enterrado a sete palmos no chão, gritando com todas as suas forças, e sentindo que ninguém irá ouvi-lo?
Porém, eu sei que ainda não acabou, por que eu ainda tenho aquele fogo, aquela faísca, então eu a acenderei e a deixarei brilhar, deixarei minhas cores explodirem, como lindo fogo de artificio que cruza o céu, e mais brilhantes que a Lua elas ficarão.
Se eu soubesse o que o futuro me aguarda esperaria um belo arco-íris, e você estaria lá como meu pote de ouro bem lá no final, e como um relâmpago o meu coração irá brilhar, e quando chegar a hora você saberá o quanto eu ainda posso te amar.

INGRID CARVALHO
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