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A MÃO ESQUERDA DE DEUS

Título: A mão esquerda de Deus.
Autor: Paul Hoffman
Editora: Suma de Letras
Número de páginas: 328




SEU NOME É CALE, DISSERAM A ELE QUE ELE PODERIA DESTRUIR O MUNDO...
TALVEZ ELE DESTRUA.





Sinopse: Entre os jovens está Thomas Cale. Não se sabe ao certo se ele tem 14 ou 15 anos ou como foi parar ali. O que se sabe é que Thomas tem uma capacidade incomum de matar pessoas e organizar estratégias de combate. Essas poderosas habilidades serão colocadas à prova quando ele e dois amigos testemunham um brutal assassinato entre os corredores labirínticos da prisão. A visão do crime dá início a uma perseguição desesperadora e, finalmente fora dos muros do monastério, Cale irá compreender a extensão da crueldade dos lordes e a verdadeira origem de seu poder.

RESENHA:
A mão esquerda de Deus é  um livro sombrio e cheio de mistérios, que nos leva a conhecer o mundo de Thomas Cale. Um jovem de 14 ou 15 anos que a habita o Santuário dos Redentores, um lugar onde meninos são levados contra sua própria vontade, e lá são treinados para lutar e exterminar os hereges da região, a intenção dos monges que os treinam, chamados de Lordes Opressores é prepara-los física e emocionalmente para uma guerra do bem contra o mal. Mas o Santuário não é nenhum Jardim do Éden, lá os meninos são expostos as maiores torturas durante sua formação como assassinos.
O personagem principal  Thomas não é nada cativante, mas sim assustador, mas também é muito habilidoso e astuto, e você não consegue para ler sobre seus atos, ações e pensamentos, ele é intrigante. Thomas após presenciar a um brutal assassinato, foge do Santuário, e fora dele descobrirá o real motivo de suas incríveis habilidades, isso é claro regado a muitas perseguições e assassinatos.
O livro é afamado como sendo o novo Harry Potter, porém o autor não lança mão de magia ou algo sobrenatural, e tudo a base raciocínio e força bruta mesmo. Ele é um livro classificado como literatura juvenil, mais os adultos ficarão abismados com a história, tem um carater militar e épico.
Este é o primeiro livro do que será uma trilogia, e como primeiro livro deixa muitas perguntas no ar, por exemplo será Thomas é  um assassino qualquer, ou realmente a mão esquerda de Deus, e por que ele é a mão esquerda de Deus, profecia ou tudo isso não passa de uma alucinação vinda de uma mente doentia?
O livro é um dos melhores que já li , confesso que estou apaixonada pela séria e lerei os próximos,narrativa envolvente e personagens interessantes, um combinação perfeita.

Classificação do livro
 

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RESENHA: CINQUANTA TONS DE CINZA



Título: Cinquenta tons de cinza

Autor(a): E. L. James

Ano de lançamento: 2012

Editora: Intrínseca

Nº de páginas: 480






 SINOPSE

 Quando Anastasia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Ana, Grey admite que também a deseja — mas em seus próprios termos.
Chocada e ao mesmo tempo seduzida pelas estranhas preferências de Grey, Ana hesita. Por trás da fachada de sucesso — os negócios multinacionais, a vasta fortuna, a amada família —, Grey é um homem atormentado por demônios do passado e consumido pela necessidade de controle. Quando eles embarcam num apaixonado e sensual caso de amor, Ana não só descobre mais sobre seus próprios desejos, como também sobre os segredos obscuros que Grey tenta manter escondidos…

Minha história com o livro cinquenta tons de cinza começou quando ganhei o livro como presente de aniversário de uma amiga. Não vou mentir ganhei e joguei na minha pilha de livros  "quem sabe lerei". Creio  que tive preconceito quanto a livro pois nunca tinha lido um livro recomendado apenas para maiores de 18 anos e as críticas sobre o livro não ajudado o apelido de " pornô para mamães " o deixava ridículo ao meu ver. Porém num belo dia peguei o controverso livro para ler e foi amor a primeira página.
O livro não é claro uma obra prima, mas é um bom passatempo. A escritora peca por sua escrita repetitiva,  tem muitos vícios e isso com certeza irrita alguns leitores mais apurados. A história  claro é focado em sexo... muito sexo, como disse não leva a reflexão sobre nada, não fará sua vida mudar... mas os personagens são cativantes, Chistian e Anastasia possuem uma química perfeita, e o mistério sobre o passado de Grey mantém o interesse para o próximo livro.
Concluindo se ainda não leu... pense no livro como um entretenimento e não como um clássico de Machado de Assis.
 Bom filme a todos!!!


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RESENHA: A menina que não sabia ler.

Nome: A menina que não sabia ler.
Autor: John Harding
 Editora: LeYa
Número de páginas: 282
Minha classificação: ★ ★ ★

 SINOPSE: 1891. nova Inglaterra. Em uma distante e decadente mansão, onde nada é o que parece, dois irmãos são negligenciados pelo seu tutor e tio. A jovem Florence, de apenas 12 anos, passa os dias cuidando de seu irmão mais novo Giles e perambulando pelos corredores, em uma rotina tediosa e desinteressante. Até que um dia, a menina encontra a biblioteca proibida da mansão, e apaixona-se por ela.





 Em suma é um livro bom, tem certos "mistérios" e uma trama desenvolvida.
 A história tem um toque sombrio sendo isso que torna o livro mais interessante ainda, temos também o fato de que uma menina de 12 anos luta pra salvar a vida do irmão que ela tanto ama, sua única família (além dos criados que a conheciam desde pequena) de uma megera um tanto sobrenatural que havia sido contratada como preceptora, encarregada de dar a educação para as crianças.

Somos envolvidos pelo amor que Florence cria pelos livros e a forma como ela  aprende a ler sozinha é inspiradora. Tenho que ressaltar a forma com que a qual descobre a biblioteca dentro de sua própria casa como sendo um dos pontos altos do livro, biblioteca está ocultada e proibida por seu tio.

Temos vários questionamentos durante a leitura dentre eles: Porque elo tio não permitia que Florence aprendesse a ler? Porque lhe era proibida a entrada na biblioteca?  Questões essas respondidas no decorrer do livro.


Um ponto negativo que percebi na leitura é que ela é um pouco cansativa e maçante, dá vontade de pular alguns trechos do livro em busca de ação. Mas podemos considerar um bom livro de entretenimento.

Classificação
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RESENHA: INSURGENTE

Título original: Insurgent
Autora: Veronica Roth 
Editora: Rocco 
511 páginas
SINOPSE:
O fim da iniciação de Tris deveria ter sido marcado por celebração e vitória com sua nova facção; no entanto, o dia resultou em horrores inimagináveis. Agora, à medida que o conflito entre as facções e suas ideologias cresce, a guerra se aproxima. E, em tempos de guerra, partidos precisam ser tomados, segredos vão emergir e as escolhas se tornarão ainda mais irrevogáveis - e poderosas. Modificada por suas próprias decisões, mas também por uma devastadora sensação de mágoa e de culpa, descobertas radicais e relacionamentos em transformação, Tris precisa aceitar por completo a sua Divergência, mesmo que não saiba exatamente o que pode perder ao fazer isso.

Vamos a resenha  então, com o final de Divergente, o que eu mais queria era conferir o segundo e isso, é claro, fez com que eu devorasse o livro, e só parei quando cheguei ao fim.

Muitas coisas em Divergente não tinham sido explicadas bem, e é apenas em Insurgente que Roth finalmente dá algumas respostas aos leitores. É claro que ainda falta muita coisa que só poderemos conferir no último livro, mas ainda assim, já é um começo.

Insurgente é incrível, contudo, há sempre algo que incomoda não é? Neste livro, foi a Tris que trouxe momentos de muita raiva. Ela está desequilibrada, já que matou Will e seus pais morreram, e isso é um dos maiores motivos de suas atitudes totalmente precipitadas e impulsivas. Era como se ela fosse uma criança de novo, e toda vez que alguém dizia não, ela fazia.

Muitos momentos que você se irrita com os personagens acontecem, mas tirando isso, a sequência da trilogia é maravilhosa. Tem tanta ação e emoção que podemos classificar Insurgente como uma montanha-russa de sentimentos.

O livro é fantástico e desejo que todos vocês leiam e confiram antes do lançamento do filme. Lembrando a data de lançamento  do filme 19 de março de 2015.

Classificação:

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RESENHA: DIVERGENTE

Título: Divergente
Título Original: Divergent
Autor(a): Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 504
Minha Classificação: ★★★★★

Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.
E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Bem meninos e meninas para marca a volta do blog as resenhas literárias  começerei homenageando a serie Divergente, que terá em dia 19 de março a estreia do segundo filme da serie intituládo Insurgente. Mas não vamos colocar a carroça na frente dos bois, começarei resenhado o primeiro livro da série.
Divergente tem como história a forma como a vida é levada daqui a alguns anos, tudo narrado pelo ponto de vista de Beatrice. 
Após todas as guerras e os estragos causados pelas mesmas, são criadas cinco facções para impedir que isto ocorra novamente. São elas: Abnegação - contra todo o tipo de egoísmo -, Amizade -  à favor da serenidade e pacificidade -, Audácia - os corajosos -, Franqueza - sinceros - e Erudição - inteligência.
Após completar dezesseis anos, todos os jovens passam por testes afim de saber em qual facção se encaixam melhor, apesar de que, levando ou não em conta o resultado, a decisão final é sempre da pessoa. E é aí que nossa protagonista entra, prestes a fazer a escolha que decidirá como sua vida será, irá escolher ficar junto de sua família e não correr o risco de desapontá-los ou escolherá o que realmente deseja?
Uma heroína que sempre perdoa e nunca tem pensamentos egoístas. Suas características a fazem ser uma personagem mais real. Comete erros, menti, engana e mata se necessário, seus pensamentos são como os de qualquer outra pessoa, acredita em seus ideais e menospreza aqueles que  acha serem fracos. Uma personagem diferente, um estilo diferente, fazendo-a não ser cansativa e idiota.
Temos também Four - o instrutor dos novatos, misterioso e frio - e Cristina, Will, Al e Uriah - os novos amigos que Triz faz quando entra para sua escolhida facção.
A leitura ocorre facilmente, você não consegue se satisfazer até já ter devorado todo o livro, entretanto, algumas paradas são necessárias, para poder compreender o que apenas acabou de acontecer.
Amanhã venho com a resenha de Insurgente que estreará em breve nos cinemas.

Classificação:
 
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Fico pensando

As vezes fico pensando...
Alguém que nunca se sacrifica por você pode te amar?

Pode a ter amar...mas é um amor sem tempero, sem sal  nem vida, algo em ruínas que se acaba com o tempo.

Queria que os dias fossem mais longos, momentos inesperados, risos trocados, amor queria sim.

Seja maleável, seja adorado ,seja só para mim. Coma daquele jiló que fiz só para ti , faça careta dê uma provada só... Faça alguem feliz.

Se seus dentes são sensíveis... Lamba bem devagarinho o sorvete  que lhe ofereci e aqueça com beijos dolorosamente demorados, dolorosamente apaixonados.

Nunca pedi nada impossível... Só pedi que tomasse um picolé comigo...

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